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CGNAT

Quem vê:TécnicoAdministrador

Organiza o CGNAT determinístico: cada endereço privado de assinante sai por um IP público e uma faixa fixa de portas, com o histórico guardado para a consulta de quem usava um IP público num momento.

A tela tem três seções, na barra logo abaixo do título: Regras de CGNAT, Blocos públicos e Consulta de registros. Os números nas fotos correspondem aos itens logo abaixo de cada uma.

Rede › CGNAT. Na foto, as três regras do provedor de exemplo, uma por concentrador.
Rede › CGNAT. Na foto, as três regras do provedor de exemplo, uma por concentrador.
  1. Nova regra abre o cadastro (veja Criar uma regra).
  2. Seções do CGNAT: Regras de CGNAT, Blocos públicos e Consulta de registros.
  3. Cartões de resumo: IPs públicos (em uso por regras ativas e sobrando), Assinantes mapeados (com as regras ativas, rascunhos e inativas), Compartilhamento (assinantes por IP público e portas por assinante) e Pendências e registros (versões ainda não aplicadas no roteador e consultas dos últimos 30 dias).
  4. Consultar registro abre a Consulta de registros.
  5. Abas: Todas, Ativas, Rascunhos e Inativas.
  6. Busca pelo nome da regra.
  7. Filtros pelo concentrador e pelo bloco público.
  8. Regra: o nome abre a ficha; embaixo fica o concentrador.
  9. Script: numa regra ativa, a data em que o script foi baixado, ou Não aplicado quando a versão atual ainda não foi baixada.

Cada linha mostra também os endereços privados (rede e pool), os públicos (faixa e bloco), assinantes por IP e portas, assinantes mapeados e a situação, com a versão. O menu ⋯ tem:

  • Abrir ficha;
  • Ativar (ou Reativar): gera uma nova versão do mapeamento, vigente a partir de agora. Depois, aplique o script no concentrador;
  • Desativar: encerra agora o mapeamento vigente, e o histórico fica. Aplique o script no concentrador para remover o NAT;
  • Excluir: só aparece para regra que nunca foi ativada ou cujo histórico já saiu pelo prazo de guarda.

Busca, filtros, colunas e páginas funcionam como em todas as telas: veja Como usar as listas.

CGNAT › Nova regra de CGNAT.
CGNAT › Nova regra de CGNAT.
  1. Nome da regra, por exemplo “CGNAT POP Centro”. Embaixo há uma observação livre.
  2. Concentrador que faz o NAT, de Concentradores.
  3. Pool privado (assinantes): um pool IPv4 de CGNAT ou privado do concentrador, de Pools de IP.
  4. Bloco público (saída): um bloco de Blocos públicos.
  5. Assinantes por IP público: em branco, o sistema usa o menor número que atende o pool.
  6. Porta inicial e porta final da faixa dividida entre os assinantes. O formulário já vem com 1025 e 65535.
  7. Encaminhar a entrada da faixa de portas para o assinante (dst-nat): conexões que chegam no IP público, nas portas do assinante, vão para ele. Dobra as regras de NAT. Vem marcada.
  8. Ativar ao salvar: gera o mapeamento agora. Sem marcar, a regra fica como rascunho.
  9. Salvar regra grava. Cancelar volta sem salvar.

Depois de escolher o pool e o bloco, o quadro abaixo das portas mostra quantos assinantes ficam em cada IP e quantas portas cada um recebe. A mesma faixa privada e o mesmo bloco geram sempre o mesmo mapeamento.

A ficha abre pelo nome da regra, na aba Mapeamentos.
A ficha abre pelo nome da regra, na aba Mapeamentos.
  1. Cabeçalho: nome, situação (Ativa, Rascunho ou Inativa) e versão; embaixo, o concentrador, a rede privada → a faixa pública e quando a versão foi gerada.
  2. Editar liga a edição dos cartões Regra e Mapeamento, que ficam na aba Dados.
  3. Script baixa o script RouterOS do NAT desta regra. Aparece depois da primeira ativação.
  4. Mais ações (⋯): Desativar regra, numa regra ativa, e Excluir regra, quando a exclusão é permitida. Numa regra que não está ativa, o cabeçalho tem também o botão Ativar.
  5. Faixa de destaques: assinantes por IP público, portas por assinante, faixa de portas, endereços mapeados, IPs públicos usados e regras de NAT no roteador.
  6. Aviso de script pendente: a versão atual ainda não foi baixada nem buscada pelo concentrador. Baixar script baixa o arquivo.
  7. Abas: Mapeamentos, Dados, Script RouterOS e Histórico.
  8. Busca por IP privado, IP público, porta ou login. Com mais de uma versão, aparece o seletor Versão.
  9. Versão baixa a planilha dos mapeamentos da versão vista. Com mais de uma versão, Histórico baixa todas.
  10. IP fixo de contrato hoje: o contrato que tem aquele IP privado como IP fixo, ou “Dinâmico (sessão RADIUS)”.

Cada linha dos mapeamentos é um IP privado, com a saída (IP público e faixa de portas) e a vigência.

A aba Dados da regra.
A aba Dados da regra.
  1. Dados.
  2. Regra: nome, concentrador (o nome abre a ficha em Concentradores), situação, versão vigente e observação.
  3. Lápis do cartão liga a edição ali mesmo.
  4. Mapeamento: pool privado, bloco público, assinantes por IP público (“automático” quando o campo ficou em branco), portas por assinante, faixa de portas e entrada (dst-nat). Numa regra ativa, mudar estes campos gera uma versão nova ao salvar.
  • Script RouterOS: A prévia do NAT da regra, com Copiar e Baixar .rsc, e a versão baixada por último. Numa regra que nunca foi ativada, a aba pede para ativar primeiro.
  • Histórico: Cada versão do mapeamento, com o início e o fim da vigência, os endereços privados e os IPs públicos.
CGNAT › Blocos públicos. Na foto, quatro blocos: três em uso e um inativo.
CGNAT › Blocos públicos. Na foto, quatro blocos: três em uso e um inativo.
  1. Novo bloco abre o cadastro do bloco.
  2. Blocos públicos, a seção aberta.
  3. Abas: Todos, Em uso, Livres e Inativos.
  4. Busca por nome, descrição ou um IP.
  5. Filtro pelo concentrador.
  6. Regras que usam o bloco, com a situação de cada uma, ou “Livre”.
  7. Menu ⋯ com Editar e Excluir (só para bloco que não está em nenhuma regra).

Cada linha mostra também o bloco e a descrição, a rede, a faixa usada, a quantidade de IPs, o concentrador (“Qualquer” quando vale para todos) e a situação.

CGNAT › Blocos públicos › Novo bloco público.
CGNAT › Blocos públicos › Novo bloco público.
  1. Nome do bloco, por exemplo “Saída POP Centro”.
  2. Concentrador do bloco, ou qualquer concentrador. Embaixo há uma descrição livre.
  3. Bloco ativo: bloco inativo não pode entrar em regra nova.
  4. Rede pública, por exemplo 203.0.113.0/28.
  5. Primeiro e último IP usado: em branco, a faixa vai do primeiro ao último endereço útil da rede.
  6. Cadastrar bloco grava. Cancelar volta sem salvar.
CGNAT › Consulta de registros.
CGNAT › Consulta de registros.
  1. IP público consultado.
  2. Porta: em branco, todas.
  3. Data do uso. Embaixo, desde quando há registro guardado.
  4. Das e Até: o horário, no fuso do provedor. Em branco, o dia inteiro.
  5. Motivo / protocolo da consulta, por exemplo o número do ofício.
  6. Consultar faz a consulta e abre o resultado.
  7. Consultas realizadas: cada consulta feita, com quando, por quem, o IP e a porta, o período, o motivo, os resultados e a origem (painel ou API). Filtre pela busca e pelas datas.

O resultado mostra os dados da consulta e quem usava aquele IP público e porta no período, a partir dos mapeamentos, dos IPs fixos dos contratos e das sessões do RADIUS. Exportar baixa o resultado.